Diálogo fofo sobre a origem do bife no prato da criança:
- Mamãe, o que é isso no meu prato?
- Um bife, filha.
- Mas o que é isso?
- Um pedaço de carne.
- Carne? O que é isso?
- Isso é uma coisa muito boa que precisas comer pra crescer e ficar forte.
- Tá, vou comer, parece gostoso.
Diálogo realista sobre a origem do bife no prato da criança:
- Mamãe, o que é isso no meu prato?
- Um bife, filha.
- Mas o que é isso?
- Um pedaço de carne.
- Carne? O que é isso?
- Isso é um pedaço da vaca arrancado do seu corpo, depois de a matarem com muita maldade num lugar cheio de sangue e tripas, mas aí eles lavam, embrulham num pacote bonitinho, colocam um pó pra ela ficar bem vermelhinha e brilhante. Aí a mamãe tem que temperar e salgar bastante porque a carne crua tem um gosto horrível e tu não irias gostar de comer.
- Mataram a vaquinha? Buááááááááááá´!!!!!!!!!!!!
A cozinha é o lugar mais reconfortante da casa porque nele encontramos alimento para o corpo e para a alma. Deixe a Natureza entrar na sua e esqueça os produtos feitos pela indústria alimentícia em geral, que não coloca amor nesse ato nem está preocupada com a saúde do seu organismo e o de sua família!
Esse é um dos segredos de manter o bem-estar - não entregue essa função vital a terceiros - ponha a mão na massa, deixe a preguiça de lado e estabeleça como prioridade fazer a comida que vai mantê-lo longe das doenças!
Esse é um dos segredos de manter o bem-estar - não entregue essa função vital a terceiros - ponha a mão na massa, deixe a preguiça de lado e estabeleça como prioridade fazer a comida que vai mantê-lo longe das doenças!
sexta-feira, 26 de junho de 2015
quarta-feira, 24 de junho de 2015
Cadê a criatividade?
Acabo de descobrir que uma pessoa criou um blog de receitas em 2014, com o mesmo enfoque e o mesmo nome do meu, o Cozinha Natureba, além de também criar uma página no facebook, igualmente denominada Cozinha Natureba.
Esse é um trabalho que venho fazendo desde 2008, quando criei o blog, para divulgar alimentação vegetariana e saudável, e pesquisei verificando que não existia algum site ou blog com o mesmo título.
Interessante é que ambas temos aprovação no Creative Commons desta denominação e produção. Isso é possível? Cadê a criatividade?
A imagem mostra a minha primeira postagem feita em 01/11/2008 - "A prática da cozinha natural" e o registro no Creative Commons do blog Cozinha Natureba.
Esse é um trabalho que venho fazendo desde 2008, quando criei o blog, para divulgar alimentação vegetariana e saudável, e pesquisei verificando que não existia algum site ou blog com o mesmo título.
Interessante é que ambas temos aprovação no Creative Commons desta denominação e produção. Isso é possível? Cadê a criatividade?
A imagem mostra a minha primeira postagem feita em 01/11/2008 - "A prática da cozinha natural" e o registro no Creative Commons do blog Cozinha Natureba.
terça-feira, 23 de junho de 2015
Agrotóxicos nos alimentos - até quando??????
Por que ainda usamos agrotóxicos nos alimentos?
1. Obviamente, quem os produz quer continuar vendendo-os, caso contrário, teriam que fechar suas fábricas e falir - sem consumidor, não há lucro;
2. As sementes transgênicas necessitam ser plantadas juntamente com agrotóxicos, o que comprova uma das maiores mentiras sobre transgenia nos alimentos: que os agrotóxicos seriam dispensáveis;
3. Os interesses do agronegócio em manter a agricultura em larga escala, usando transgenia e "defensivos agrícolas", com a desculpa de que está matando a fome da população com baixa renda, enfim, "trabalhando pra acabar com a fome no mundo", mais uma grande mentira que larga uma nuvem de fumaça sobre a verdade: SÓ PENSAM NO LUCRO!
E você aí, almoçando e jantando venenos, nos vegetais, na carne, nos laticínios, nenhum tipo de dieta - vegetariana ou onívora - escapa, atualmente, de conter elementos tóxicos, causadores de uma epidemia que ninguém quer enxergar: ALERGIAS ALIMENTARES!
Sem citar as inúmeras doenças crônicas, como o câncer.
Procure ou crie alternativas, enquanto, você e sua família, ainda não adoeceram..
sábado, 13 de junho de 2015
Pra uma tarde fria de inverno
Tá a fim de tomar um café orgânico fresquinho acompanhado de um pastel assado com recheio vegetariano?
Sirva-se! :)
quarta-feira, 8 de abril de 2015
Uma cartilha que promete revolucionar a maneira que o brasileiro vê a alimentação
"O Ministério da Saúde acaba de lançar uma cartilha que promete revolucionar a forma como o brasileiro vê a alimentação. O novo Guia Alimentar para a População Brasileira faz uma divisão entre alimentos naturais, processados e ultraprocessados. É nisso que as pessoas devem prestar atenção na hora de escolher o que vão pôr no prato."
10 passos para uma alimentação saudável
1 Faça dos alimentos naturais a base da alimentação
2 Use óleos, gorduras, sal e açúcar em pequenas quantidades
3 Limite o consumo de produtos processados
4 Evite os ultraprocessados
5 Coma com regularidade e atenção e, se possível, com companhia
6 Faça compras em locais que ofereçam alimentos frescos, como feiras
7 Desenvolva, exercite e partilhe habilidades culinárias
8 Planeje o tempo para dar à alimentação o espaço que ela merece
9 Fora de casa, dê preferência a comidas feitas na hora
10 Seja crítico quanto à publicidade de alimentos
A matéria aconselha o emprego de alimentos de origem animal, sou vegetariana, portanto, contrária a esse consumo
Mas devido à utilidade das demais informações, recomendo a leitura.
Uma cartilha que promete revolucionar a maneira que o brasileiro vê a alimentação
10 passos para uma alimentação saudável
1 Faça dos alimentos naturais a base da alimentação
2 Use óleos, gorduras, sal e açúcar em pequenas quantidades
3 Limite o consumo de produtos processados
4 Evite os ultraprocessados
5 Coma com regularidade e atenção e, se possível, com companhia
6 Faça compras em locais que ofereçam alimentos frescos, como feiras
7 Desenvolva, exercite e partilhe habilidades culinárias
8 Planeje o tempo para dar à alimentação o espaço que ela merece
9 Fora de casa, dê preferência a comidas feitas na hora
10 Seja crítico quanto à publicidade de alimentos
A matéria aconselha o emprego de alimentos de origem animal, sou vegetariana, portanto, contrária a esse consumo
Mas devido à utilidade das demais informações, recomendo a leitura.
Uma cartilha que promete revolucionar a maneira que o brasileiro vê a alimentação
sexta-feira, 26 de setembro de 2014
Da horta para a mesa
Crianças consumindo "comida de verdade" - e melhor, sem que nela entrem ingredientes de origem animal - é garantia de saúde!
Vejam o Arthur (7, quase 8) e a Yoná (4), filhos da minha amiga Rubia Wehr Baldez, e a maravilhosa chicória colhida da horta feita pela família.
Eles moram em Gramado/RS (serra gaúcha), onde no inverno, geralmente, a neve aparece para a alegria dos moradores e dos turistas.
A Rubia conta: "O Arthur é vegetariano desde uns 3 anos de idade por escolha dele mesmo (eu já ia por estes caminhos mas ainda fazia coisas com carne e tentava enganá-lo pra comer - ele sentia o gosto e cuspia tudo fora). Daí um dia ele veio me perguntar de onde vinha a carne, expliquei que eram os bichos que morriam e que se tirava a carne para comer, daí ele encheu os olhinhos de lágrimas e me disse: a gente não pode comer carne, vão acabar os animais assim...já pensou se resolvem comer as nossas cachorras???
Então, também me conscientizei de vez e parei de comer carne e de preparar carne, não preparo mais.
A Yoná ainda não entende muito bem essa história de matar os bichos pra comer, e ela gosta de carne, daí quando alguém oferece ela come, mas gosta muito de frutas e saladas.
Acredito que quando ela for maiorzinha e entender melhor isso, também não vai querer comer carne, afinal ela ama muito os animais."
O grande diferencial é que a família come o que produz na sua horta e são muitas as opções:
Colheita do dia: tomate, quiabo, maxixe, pepino, repolho, couve e pimentões chapéu de bispo.
Outra colheita: pimentões, alface, cenouras, xuxus, tomates, pepinos e rúculas.
"Sempre tivemos um pedacinho de horta.Essa maiorzinha, agora, faz uns 4 anos mais ou menos. Ela estava em hibernação junto com o inverno, de um mês pra cá começamos a limpá-la, preparar a terra de novo e plantamos algumas coisa; outras nasceram por conta (devido a termos plantado em outros anos - como mostarda roxa e verde, camomila).
Que linda a horta,
e o Arthur horticultor!
A Yoná curtiu os mini-pepinos.
"A gente tenta variar o máximo possível, esse ano plantamos pipoca (ano passado plantamos 4 pés e colhemos um vidro daqueles grandes de conserva cheio de espigas), alface (de 3 tipos), couve rábano (roxa e verde), morangos, cenoura, repolho (de 3 tipos), couve manteiga, mais um outro tipo de couve, aspargos, temperos diversos, phisalys e sempre temos uma composteira bem grande para colocar os orgânicos dentro (estamos no 3º buraco já, desde que começamos com isso - faz uns 2 anos).
Ah, tem feijão de vagem e ervilhas plantadas também!"
"Ganhei as sementes destas pipocas quando fui na Expointer, na agricultura familiar. Engraçado é que eram brancas, mas quando fui colher, estavam pretas", diz a Rubia.
Quis saber se eles eram vegetarianos ou veganos:
"Quando eu preparo a alimentação, normalmente é vegana, mas como nem sempre sou eu quem cozinho, às vezes minha sogra coloca ovos nas receitas, mas é só o que permito que ela use, pois eu e as crianças temos intolerância à lactose também.
Meu marido come carne, mas é bem de vez em quando, se está a fim ele mesmo compra só o pedaço que quer comer e prepara (às vezes vai pra rua fazer pra não deixar a casa com cheiro, porque ele sabe que hoje eu fico enjoada com cheiro de carnes).
Mas aceita super bem a nossa alimentação, mesmo porque a saúde dele também melhora sem carne nem laticínios. E os ovos, quando a gente usa, a maior parte das vezes pegamos de uma senhorinha que nos vende, que tem suas galinhas soltas e trata com milho."

Arroz em camadas com beterraba, espinafre e cenoura, um dos pratos que a Rubia serve para a família.
E quando as crianças querem guloseimas, também são veganas, como esses docinhos feitos com leite condensado de coco. Olha a cara do Arthur - ele tem jeito de ser bem danadinho... :)
Vejam o Arthur (7, quase 8) e a Yoná (4), filhos da minha amiga Rubia Wehr Baldez, e a maravilhosa chicória colhida da horta feita pela família.
Eles moram em Gramado/RS (serra gaúcha), onde no inverno, geralmente, a neve aparece para a alegria dos moradores e dos turistas.
A Rubia conta: "O Arthur é vegetariano desde uns 3 anos de idade por escolha dele mesmo (eu já ia por estes caminhos mas ainda fazia coisas com carne e tentava enganá-lo pra comer - ele sentia o gosto e cuspia tudo fora). Daí um dia ele veio me perguntar de onde vinha a carne, expliquei que eram os bichos que morriam e que se tirava a carne para comer, daí ele encheu os olhinhos de lágrimas e me disse: a gente não pode comer carne, vão acabar os animais assim...já pensou se resolvem comer as nossas cachorras???
Então, também me conscientizei de vez e parei de comer carne e de preparar carne, não preparo mais.
A Yoná ainda não entende muito bem essa história de matar os bichos pra comer, e ela gosta de carne, daí quando alguém oferece ela come, mas gosta muito de frutas e saladas.
Acredito que quando ela for maiorzinha e entender melhor isso, também não vai querer comer carne, afinal ela ama muito os animais."
O grande diferencial é que a família come o que produz na sua horta e são muitas as opções:
Colheita do dia: tomate, quiabo, maxixe, pepino, repolho, couve e pimentões chapéu de bispo.
Outra colheita: pimentões, alface, cenouras, xuxus, tomates, pepinos e rúculas.
"Sempre tivemos um pedacinho de horta.Essa maiorzinha, agora, faz uns 4 anos mais ou menos. Ela estava em hibernação junto com o inverno, de um mês pra cá começamos a limpá-la, preparar a terra de novo e plantamos algumas coisa; outras nasceram por conta (devido a termos plantado em outros anos - como mostarda roxa e verde, camomila).
Que linda a horta,
e o Arthur horticultor!

A Yoná curtiu os mini-pepinos.
"A gente tenta variar o máximo possível, esse ano plantamos pipoca (ano passado plantamos 4 pés e colhemos um vidro daqueles grandes de conserva cheio de espigas), alface (de 3 tipos), couve rábano (roxa e verde), morangos, cenoura, repolho (de 3 tipos), couve manteiga, mais um outro tipo de couve, aspargos, temperos diversos, phisalys e sempre temos uma composteira bem grande para colocar os orgânicos dentro (estamos no 3º buraco já, desde que começamos com isso - faz uns 2 anos).
Ah, tem feijão de vagem e ervilhas plantadas também!"
"Ganhei as sementes destas pipocas quando fui na Expointer, na agricultura familiar. Engraçado é que eram brancas, mas quando fui colher, estavam pretas", diz a Rubia.
Quis saber se eles eram vegetarianos ou veganos:
"Quando eu preparo a alimentação, normalmente é vegana, mas como nem sempre sou eu quem cozinho, às vezes minha sogra coloca ovos nas receitas, mas é só o que permito que ela use, pois eu e as crianças temos intolerância à lactose também.
Meu marido come carne, mas é bem de vez em quando, se está a fim ele mesmo compra só o pedaço que quer comer e prepara (às vezes vai pra rua fazer pra não deixar a casa com cheiro, porque ele sabe que hoje eu fico enjoada com cheiro de carnes).
Mas aceita super bem a nossa alimentação, mesmo porque a saúde dele também melhora sem carne nem laticínios. E os ovos, quando a gente usa, a maior parte das vezes pegamos de uma senhorinha que nos vende, que tem suas galinhas soltas e trata com milho."

Arroz em camadas com beterraba, espinafre e cenoura, um dos pratos que a Rubia serve para a família.
E quando as crianças querem guloseimas, também são veganas, como esses docinhos feitos com leite condensado de coco. Olha a cara do Arthur - ele tem jeito de ser bem danadinho... :)
terça-feira, 9 de setembro de 2014
Pão de queijo sem queijo
Quase todo mundo que abandona o consumo de laticínios, sente falta de algum prato feito com eles, como o pão de queijo, por exemplo.
É uma tentação: fofinho, quentinho, fumegante e saboroso...
Algumas receitas de "pão de queijo sem queijo" dão um resultado bem satisfatório e muito próximo ao original: o sabor fica parecido, a textura e a aparência ficam iguais, como provam estas imagens.
Quando bate a vontade de saborear um pãozinho de queijo, faço essa receita, e o desejo vai embora, deixando a satisfação de tê-lo realizado - com prazer e sem laticínios.
"Pão de queijo" com mandioquinha e polvilhos
Ingredientes (a medida da xícara é de 250 ml)
duas xícaras de polvilho doce
1/2 xícara de polvilho azedo
uma xícara e 1/2 de mandioquinha cozida e esmagada
1/3 de xícara de óleo vegetal
1/4 de xícara de água morna
sal a gosto
temperos a gosto, se desejar fazer uma parte da massa com outro sabor
Como fazer
Cozinhar a mandioquinha até ficar bem mole, amassar com um garfo
para que vire um purê.
Assim que ficar morno, adicione todos os outros ingredientes.
Coloquei nessa ordem, sobre o purê de mandioquinha: os polvilhos,
o sal, o óleo e a água.
Misturar com as mãos, criando uma massa homogênea.
Divida essa massa ao meio, se quiser fazer diferentes sabores de pão.
Coloquei numa das metades: cúrcuma, páprica, mangerona, salsa, alho e manjericão (as duas primeiras em pó, os demais bem picadinhos).
Enquanto o forno aquece, faça as bolinhas e coloque numa assadeira, levemente untada.
Fiz 40 bolinhas de tamanho pequeno.
Pela lógica, deve render 20 pãezinhos de tamanho médio.
Assar por aproximadamente 45 minutos, em forno médio.
Eles ficam no ponto quando apresentam a casquinha crocante e a característica rachadura na superfície.
É uma tentação: fofinho, quentinho, fumegante e saboroso...
Algumas receitas de "pão de queijo sem queijo" dão um resultado bem satisfatório e muito próximo ao original: o sabor fica parecido, a textura e a aparência ficam iguais, como provam estas imagens.
"Pão de queijo" com mandioquinha e polvilhos
Ingredientes (a medida da xícara é de 250 ml)
duas xícaras de polvilho doce
1/2 xícara de polvilho azedo
uma xícara e 1/2 de mandioquinha cozida e esmagada
1/3 de xícara de óleo vegetal
1/4 de xícara de água morna
sal a gosto
temperos a gosto, se desejar fazer uma parte da massa com outro sabor
Como fazer
Cozinhar a mandioquinha até ficar bem mole, amassar com um garfo
para que vire um purê.
Assim que ficar morno, adicione todos os outros ingredientes.
Coloquei nessa ordem, sobre o purê de mandioquinha: os polvilhos,
o sal, o óleo e a água.
Misturar com as mãos, criando uma massa homogênea.
Divida essa massa ao meio, se quiser fazer diferentes sabores de pão.
Coloquei numa das metades: cúrcuma, páprica, mangerona, salsa, alho e manjericão (as duas primeiras em pó, os demais bem picadinhos).
Enquanto o forno aquece, faça as bolinhas e coloque numa assadeira, levemente untada.
Fiz 40 bolinhas de tamanho pequeno.
Pela lógica, deve render 20 pãezinhos de tamanho médio.
Assar por aproximadamente 45 minutos, em forno médio.
Eles ficam no ponto quando apresentam a casquinha crocante e a característica rachadura na superfície.
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
Quibe de forno com recheio de legumes
Ingredientes da massa
250 g de trigo para quibe, previamente hidratado
4 batatas inglesas grandes, previamente cozidas
cebolinha e salsa picadas a gosto
sal marinho
folhas de hortelã a gosto
molho de pimenta a gosto (opcional)
Ingredientes do recheio
uma cebola média picada
duas xícaras de chá de legumes picados e cozidos no vapor (cenoura, couve flor, vagem, ervilha, brócolis)
uma fatia pequena de tofu defumado picado
azeite de oliva
sal marinho
Como fazer
Faça um purê com as batatas e junte ao trigo hidratado, produzindo uma massa homogênea.
Adicione a salsa, a cebolinha e a hortelã bem picadinhas, mais o sal.
Use a pimenta, caso aprecie.
Está pronta a massa!
Vamos ao recheio: refogue a cebola e o tofu em azeite de oliva.
Junte os legumes picados, salgue e refogue mais um pouco.
Reserve.
É hora de preaquecer o forno (médio).
Espalhe metade da massa num prato refratário untado e coloque o recheio sobre ela.
Cubra com o restante da massa, aperte bem os lados para deixar o quibe compacto.
Regue com azeite de oliva para que a parte superior não fique seca.
Como sobrou um pouco de massa, fiz alguns quibes no formato tradicional, recheados também.
Asse por 45 minutos (aproximadamente, um pouco mais se o seu forno for lento como o meu).
Coma frio, acompanhado de gotas de limão.
Usei o limão cravo (tem a polpa e a casca cor de laranja), combinou perfeitamente com os temperos do quibe.
250 g de trigo para quibe, previamente hidratado
4 batatas inglesas grandes, previamente cozidas
cebolinha e salsa picadas a gosto
sal marinho
folhas de hortelã a gosto
molho de pimenta a gosto (opcional)
Ingredientes do recheio
uma cebola média picada
duas xícaras de chá de legumes picados e cozidos no vapor (cenoura, couve flor, vagem, ervilha, brócolis)
uma fatia pequena de tofu defumado picado
azeite de oliva
sal marinho
Como fazer
Faça um purê com as batatas e junte ao trigo hidratado, produzindo uma massa homogênea.
Adicione a salsa, a cebolinha e a hortelã bem picadinhas, mais o sal.
Use a pimenta, caso aprecie.
Está pronta a massa!
Vamos ao recheio: refogue a cebola e o tofu em azeite de oliva.
Reserve.
É hora de preaquecer o forno (médio).
Espalhe metade da massa num prato refratário untado e coloque o recheio sobre ela.
Cubra com o restante da massa, aperte bem os lados para deixar o quibe compacto.
Regue com azeite de oliva para que a parte superior não fique seca.
Como sobrou um pouco de massa, fiz alguns quibes no formato tradicional, recheados também.
Coma frio, acompanhado de gotas de limão.
Usei o limão cravo (tem a polpa e a casca cor de laranja), combinou perfeitamente com os temperos do quibe.
quarta-feira, 4 de junho de 2014
Bolo de laranja com frutas secas e cobertura de cacau
A temperatura começa a baixar e, naturalmente, aumenta nossa necessidade de calorias.
Adoro bolos com castanhas, nozes ou frutas desidratadas, eles têm a cara do inverno.
Fiz um bolo bem simples de laranja e adicionei damascos, tâmaras e bananas. Não coloquei a cobertura em toda a superfície, porque ficaria muito doce e também iria mascarar o sabor das frutas.
Os ingredientes e como fazer:
3/4 de xícara de açúcar demerara (os desidratados já são doces)
3/4 de xícara de óleo vegetal (usei óleo de arroz)
2 ovos caipiras (se não utilizar ovos, substitua por 4 colheres de sopa de gel de linhaça)
Misturar bem os ingredientes acima.
Se usar ovos, juntar agora apenas as gemas.
duas xícaras de farinha de trigo (1 1/2 da integral e meia da branca)
uma xícara de suco de laranja
Peneirar as farinhas.
Colocar aos poucos, alternando com o suco.
Misturar bem, deixando a massa homogênea.
as frutas desidratadas
Picá-las e que não excedam meia xícara.
Salpicar farinha de trigo nelas, espalhar bem sobre todas - dessa forma não ficam apenas no fundo da forma.
Adicionar à massa.
uma colher de sopa de fermento em pó (peneirada)
Depois que colocar o fermento, não bater mais a massa, apenas mexer para integrar os ingredientes.
É a hora de adicionar as claras batidas (se usaram gel, esqueçam).
Misturar pela última vez.
Forno aquecido na temperatura média, forma untada, assar durante 45 minutos.
Enquanto o bolo esfria, façam a cobertura.
A receita básica é:
cacau em pó
açúcar mascavo
água
Parece incrível que fique gostoso usando apenas estes ingredientes, mas fica!
Podem fazer variações, como esta:
Numa panelinha esmaltada, colocar 3 colheres de sopa de cacau, 4 colheres de sopa de mascavo e em lugar, da água, café.
A quantidade de líquido é pouca, suficiente para desmanchar os sólidos, o aspecto fica cremoso.
Levar ao fogo baixo e quando ferver, deixar mais uns 3 minutos, mexendo sempre.
Assim que esfriar um pouco, adicionar meia colherinha deste mix de especiarias: pimenta rosa e pimenta preta (em grãos) cardamomo (sementes), noz moscada, macis, cravo e canela (todos em pó).
Para fazê-lo, colocam-se todos os elementos no processador (ou no liquidificador) - depois passar em um coador com a trama bem fina (para que não fique nenhum resíduo) e conservar em vidro fechado. Cada um escolhe a proporção, conforme suas preferências. Apenas não abusem do cardamomo, cravo e pimenta preta. que são os mais salientes.
terça-feira, 18 de março de 2014
Criança não gosta de legumes e frutas?
Esse, realmente, é um mito.
Se não gosta é porque os alimentos foram introduzidos de forma equivocada.
Também muitas mães querem que o filho coma alimentos saudáveis, mas ele não vê os adultos fazendo o mesmo.
Esse não é o caso da Ester (1) e do Pedro (2), filhos da Elisangela Alberta de Souza (Elis).
Leiam o que ela conta sobre a alimentação deles e depois deliciem-se com as imagens!
"A introdução alimentar dos dois foi bem tranquila, com muitas frutas e legumes. Aprendi a ver o alimento como sendo mais do que alimento. Entendi a importância de comer vegetais orgânicos e produtos não industrializados. E assim temos oferecido saúde, e não somente comida para nossos pequenos. Além do leite materno que tem sido em livre demanda para ambos".
Pedro com 7 meses e com dois anos - dá pra perceber que eles
alimentam-se pelo método BLW, onde a criança come sozinha.
"O método é bem simples, significa, basicamente, colocar o bebê à mesa junto com a família na hora das refeições e deixar que ele pegue, com suas próprias mãozinhas, pedaços de alimentos. Ele prova. Se gostar, come, se não gostar, não come. Os especialistas explicam que a partir dos seis meses a criança já está apta a comer pedaços (e não apenas papas) e não corre mais o risco de engasgar. O período coincide com o recomendado pela Organização Mundial da Saúde para o início da introdução alimentar, ao término do aleitamento materno exclusivo."
Nada de papinhas!
Se não gosta é porque os alimentos foram introduzidos de forma equivocada.
Também muitas mães querem que o filho coma alimentos saudáveis, mas ele não vê os adultos fazendo o mesmo.
Esse não é o caso da Ester (1) e do Pedro (2), filhos da Elisangela Alberta de Souza (Elis).
Leiam o que ela conta sobre a alimentação deles e depois deliciem-se com as imagens!
"A introdução alimentar dos dois foi bem tranquila, com muitas frutas e legumes. Aprendi a ver o alimento como sendo mais do que alimento. Entendi a importância de comer vegetais orgânicos e produtos não industrializados. E assim temos oferecido saúde, e não somente comida para nossos pequenos. Além do leite materno que tem sido em livre demanda para ambos".
Ester comendo morango
Ester experimentando outros vegetais
alimentam-se pelo método BLW, onde a criança come sozinha.
"O método é bem simples, significa, basicamente, colocar o bebê à mesa junto com a família na hora das refeições e deixar que ele pegue, com suas próprias mãozinhas, pedaços de alimentos. Ele prova. Se gostar, come, se não gostar, não come. Os especialistas explicam que a partir dos seis meses a criança já está apta a comer pedaços (e não apenas papas) e não corre mais o risco de engasgar. O período coincide com o recomendado pela Organização Mundial da Saúde para o início da introdução alimentar, ao término do aleitamento materno exclusivo."
Nada de papinhas!
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